Ciclistas enfrentam dificuldades na Bezerra de Menezes

Data 08/04/2011 13:38:25 | Tóopico: Notícias Diversas

Já faz mais de um ano que a ciclovia da avenida Bezerra de Menezes foi
construída mas ainda hoje os ciclistas enfrentam dificuldades para transitar
pelo local.
Entulhos e restos de materiais de construção, lixo, poda de árvores, varais com bandeiras, ambulantes, água e lama empossada se espalham
na via que deveria ser exclusiva para bicicletas. Talvez essa seja a principal razão que faz com que os ciclistas ainda prefiram correr risco
entre os carros, motos e ônibus que trafegam pela “Bezerra”.

A ciclovia das avenidas Bezerra de Menezes e Mister Hull foi construída pelo Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor), da Prefeitura Municipal e faz parte do projeto de construção do corredor ligando o
terminal de ônibus do Antônio Bezerra ao terminal do Papicu. No trecho entre
o terminal do Antonio Bezerra e a Rua Justiniano de Serpa, no bairro Otávio Bonfim, são 4.750 metros. O trecho da ciclovia localizada na Avenida Mister Hull, que vai do terminal ao túnel da Av. Humberto Monte, não tem grandes
problemas a não ser pequenos alagamentos que permanecem após as chuvas.

Os maiores problemas encontram-se nos 3 km da Bezerra de Menezes, iniciando no túnel da Av. Humberto Monte. São cerca de 20 pontos críticos. No trecho entre o túnel e Avenida Olavo Bilac, tem entulhos, restos de materiais, obra
parada e bancas de ambulantes em frente a um shopping.

No trajeto entre a Olavo Bilac até a Avenida Padre Anchieta, o lixo é o maior problema. Quando o ciclista chega próximo a Avenida Padre Anchieta, se depara com obra parada, materiais que impedem a passagem e os varais, estendidos com
bandeiras e outras confecções, de um lado ao outro da ciclovia. É preciso se baixar para não enganchar no tecido e cair. Nem o amor pelo time do coração impede que o ciclista fique revoltado nesta hora.

Se conseguir continuar,
quando chegar próximo a Praça do Otávio Bonfim, ao lado da sede da Secretaria Regional 1, o problema é a água acumulada. Basta uma chuvinha
fraca para que o liquido fique lá até aparecer o sol pra evaporar naturalmente pois não há como escoar. Daí pra frente os problemas são outros
e o(a) teimoso(a) ciclista vai pensar que, apesar de tudo, ele estava no
paraíso pois a ciclovia acaba ali.

O vendedor ambulante Pedro Goes, morador do Bairro Presidente Kennedy, usa a ciclovia toda manhã para se dirigir ao Mercado São Sebastião com sua
bicicleta cargueira, onde compra frutas, verduras e carnes. Antes, ele circulava pela rua Gustavo Sampaio, paralela a “Bezerra”. Pedro comemorou a
construção da ciclovia mas, um ano após a construção, está decepcionado com
a dificuldades que se depara todos os dias para fazer o trajeto. Pra ele, o lixo colocado pelos comerciantes e lojistas da própria avenida é o maior problema. No entanto, o trabalhador espera melhorias pois não pretende voltar pra antiga rua já que o trânsito lá também é perigoso e ainda há as ameaças de assalto.

O responsável pela fiscalização da Regional 1, Kennedy Almeida, disse que o
órgão tem dificuldade para fazer a identificação de quem coloca lixo na ciclovia mas prometeu que iria intensificar a presença de fiscais na área da
SER I, localizada entre a avenida Olavo Bilac até a rua Justiniano de Serpa.

A partir dali a área pertence a Regional 3. Quanto aos entulhos e restos de materiais deixados pela construtora, o encarregado disse informou que iria
enviar um ofício para a equipe do Transfor, solicitando que o problema fosse resolvido.

*Aonde reclamar:*
- Setor de Fiscalização da Regional 1: (85) 3433-6858
- Ouvidoria da Regional 1: (85) 3433.6875
- Regional 3: (85) 3433.2501
- Transfor: (85) 3105.1079
- Fala Fortaleza: 0800 285 0880

Fonte: www.bairroellery.com.br



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