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Segurança do Trabalho

PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

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Triste a tragédia ocorrida em Santa Maria, no interior do Rio Grande do sul, morreram inúmeras pessoas; O que poderia ter sido feito de forma que numero de vítimas fosse diminuído? Qual ação preventiva necessária para que não tivesse ocorrido o incêndio?

Lembro, é melhor prevenir do que remediar e pelo que vemos nos noticiários a prevenção passou distante de ser percebida.
A Proteção passiva foi esquecida; Proteção passiva esta que é constituída por meios de proteção incorporados à construção da edificação, os quais não requerem nenhum tipo de acionamento para o seu funcionamento em situação de incêndio. São meios de proteção passiva: a acessibilidade ao lote (afastamentos) e ao edifício (janelas e outras aberturas), rotas de fuga (corredores, passagens e escadas), o adequado dimensionamento dos elementos estruturais para a situação de incêndio, a compartimentação, a definição de materiais de acabamento e revestimento adequados. Dentre as medidas de proteção passiva, o papel da compartimentação pode ser definido sob diversas óticas, por estar relacionado a vários fatores, tais como: medidas urbanísticas (distância mínima de separação entre edificações), medidas arquitetônicas (dimensões e formas de espaços fechados, terraços e sacadas), função dos espaços compartimentados (áreas permanentes ou transitórias) e projeto estrutural em situação de incêndio.

E a proteção ativa, que é constituída por meios (equipamentos e sistemas) que precisam ser acionados, quer manual ou automaticamente, para funcionar em situação de incêndio. Ela visa à rápida detecção do incêndio, o alerta dos usuários do edifício para a desocupação e às ações de combate com segurança. São exemplos de meios de proteção ativa: sistema de alarme manual de incêndio (botoeiras); meios de detecção e alarme automáticos de incêndio (detectores de fumaça, temperatura, raios infravermelhos, etc., ligados a alarmes automáticos); extintores, hidrantes, chuveiros automáticos (sprinklers), sistema de iluminação de emergência, sistemas de controle e exaustão da fumaça e pessoas treinadas para o combate a situação de emergência. O que existia de proteção ativa? Pelo que vi nos noticiários tentaram utilizar um extintor e o mesmo não funcionou. Em fim, pouco poderia ter sido feito depois da constatação do incêndio, uma vez que as condições inseguras do local não facilitavam e de forma apropriada a saída das pessoas do local.

O que fazer em caso de incêndio?

Ao perceber indícios de incêndio (fumaça, cheiro de queimado, estalidos, etc.), aproxime-se a uma distância segura para ver o que está queimando e principalmente à extensão do fogo.
• Dê o alarme através de algum meio disponível aos responsáveis pela administração do prédio, a seguranças e/ou telefone para o Corpo de Bombeiros através do telefone 193.
• Caso não saiba combater o fogo ou não consiga dominá-lo, saia imediatamente do local, fechando todas as portas e janelas atrás de si, sem trancá-las, desligando a eletricidade e alertando os demais ocupantes do andar.
• Não perca tempo tentando salvar objetos, sua vida é muito mais importante.
• Mantenha-se vestido, pois a roupa protege o corpo contra o calor e a desidratação.
• Procure chegar ao térreo usando sempre a escada, sem correr. Jamais use o elevador, pois a energia é normalmente cortada, e poderá ficar parado, sem contar que existe o risco dele abrir justamente no andar em chamas.

Estou preso no incêndio, como devo proceder?

• Se não puder sair mantenha-se próximo a uma janela, de preferência com vista para a rua. Sinalize sua posição até que seja percebido.
• Feche, mas não tranque, a porta do cômodo onde estiver. Vede as frestas com um cobertor ou tapete para não deixar entrar fumaça.
• Em caso de fumaça, mantenha-se junto ao chão (de preferência rastejando) e utilize um lenço ou toalha molhada sobre o nariz e a boca (filtro). Deixe a fumaça escapar abrindo uma janela (ou quebrando o vidro, se ela for fixa).
• Atire pela janela o que puder queimar facilmente (papéis, tapetes, cortinas, etc.), mas com cuidado para não machucar quem estiver na rua.

Tipos de Extintores

Para ajudar no combate de pequenos focos de incêndio, foram criados os extintores. Há vários tipos de extintores de incêndio, cada um contendo uma substância diferente e servindo para diferentes classes de incêndio.

Extintor com água pressurizada

É indicado para incêndios de classe A (madeira, papel, tecido, materiais sólidos em geral). A água age por resfriamento e abafamento, dependendo da maneira como é aplicada.

Extintor com gás carbônico.

Indicado para incêndios de classe C (equipamento elétrico energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode ser usado também em incêndios de classes A e B.

Extintor com pó químico seco

Indicado para incêndio de classe B (líquido inflamáveis). Age por abafamento. Pode ser usado também em incêndios de classes A e C.

Extintor com pó químico especial

Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáveis). Age por abafamento.

Não use água:

• Em fogo de classe C (material elétrico energizado), porque a água é boa condutora de eletricidade, podendo aumentar o incêndio.
• Em produtos químicos, tais como pó de alumínio, magnésio, carbonato de potássio, pois com a água reagem de forma violenta.

Recomendações:

• Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou revisão periódica. Para ajudar no combate de pequenos focos de incêndio, foram criados os extintores. Há vários tipos de extintores de incêndio, cada um contendo uma substância diferente e servindo para diferentes classes de incêndio.
• Aprenda a usar os extintores de incêndio.
• Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra fogo e as saídas de emergência dos locais que frequenta.
• Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.
• Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.
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