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Dr. José Acióli

 

Dr. José Acióli nasceu em Fortaleza, a 11 de maio de 1879. Filho do comendador Antônio Pinto Nogueira Acióli e de D. Maria Teresa de Sousa Acióli.

A 8 de maio de 1889 matriculou-se na Escola Militar do Ceará, da qual foi em 1893 desligado por doença. Em dezembro do dito ano apresentou-se à mesma Escola, embarcando no “Niterói” da esquadra legal, no qual permaneceu até o término da revolta de setembro. Em maio de 1894 foi promovido ao posto de alferes. Matriculou-se novamente na Escola Militar do Ceará, em 1895, onde concluiu o curso de preparatórios, seguindo a 22/02/1896 para a Escola de Porto Alegre, da qual se desligou em junho, novamente por motivo de moléstia, sendo julgado incapaz para o serviço do Exército.Dedicou-se, então à política, sendo eleito deputado estadual em duas legislaturas, na última das quais ocupou a liderança da maioria na Assembléia.

Ocupou, por duas vezes, o cargo de Secretário do Interior e da Justiça, de 9 de Dezembro de 1890 a 1º de julho de 1900 e de 12 de julho de 1904 a 24 de janeiro de 1912. eleito 1º Vice-Presidente do Estado, em 1904, assumiu o Governo na ausência do Presidente Nogueira Acióli, de 7 de dezembro de 1907 a 28 de feveereiro de 1908. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Ceará, a 30 de novembro de 1908. 

Professor de francês do Liceu e de Geometria da Escola Normal.
Depois da queda do Comendador Acióli, em 1912, ainda teve marcante mandato a que renunciou, num belo gesto de compreensão partidária, para evitar luta de facção.

Tornou-se o Chefe do Partido Conservador e ainda, nas eleições de 1934, candidatou-se a deputado federal. Obteve expressiva votação, mas não foi eleito, como era de esperar, em virtude de elementos do partido também se terem candidatado, dispersando os sufrágios. Homem de rara envergadura moral, mostrou-se digno dos cargos que ocupou. No ostracismo, ainda maior, manteve uma linha de conduta admirável de serenidade e renúncia. Intelectual, jornalista, muito colaborou na imprensa e publicou um livro de reminiscências dignos de ser lido e meditado sem paixão.

Muito se propalou em seu desabono, quando no poder, dando-se-lhe a responsabilidade de diversos fatos reprováveis ocorridos no governo de seu pai. Entretanto, já se vai fazendo luz sobre aquela época ainda não bem historiada e esclarecida da política e da administração cearense.
Um caso, por exemplo, dentre muitos hoje vistos sobre novo prisma. No precioso e alentado volume(Francisco Sá, 1938), contam os autores , a propósito da luta que se desencadeou no Estado e apeou do poder o Comendador Nogueira Acióli, o seguinte:

“Ás primeiras arruaças, prestigiosos chefes sertanejos, tais como Antônio Luis, Pedro Silvino e o próprio Pe. Cícero, mandaram oferecer a Acióli os homens de que precisasse para a luta. Cientes do oferecimento, Carlos Sá e Hildebrando Acióli tudo fizeram para que fosse aceito o oferecimento. Acióli recusava, porém, dar ordem para que viessem; e não querendo transformar Fortaleza num campo de luta, relutava em se aproveitar de tais elementos de defesa”.

Tendo regressado ao Ceará, “Acióli e os seus foram vítimas de atrozes violências, vendo incendiadas suas casas de residência e a fábrica de tecidos de que se auferiam os recursos necessários à família”.
Nessa contingência, o Dr. José Acióli dirigiu, a 11 de novembro de 1912, a seguinte carta ao Presidente Franco Rabelo:

“Ameaçado de morte, após o saque e a destruição pelo incêndio dos meus bens, sou forçado a me retirar do Estado, até que se restabeleça o regime da ordem. Do edifício da Escola de aprendizes Marinheiros, onde me asilei com a família, faço, para ressalva dos meus direitos, esta comunicação a V. Excia”.

Casado com D. Telina de Alencar Acióli, filha do Dr. Meton da França e de D. Clotilde Alves de Alencar, e falecida em 1946, em Belo Horizonte, houve do matrimônio uma filha: D. Yolanda Acióli Fragelli, casada com o engenheiro civil Sebastião Fragelli, natural de Mato Grosso, de descendência italiana, residentes no Rio de Janeiro.

O Dr. José Acióli faleceu em 9 de setembro de 1950.

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