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Randolfo Serrano Bezerra de Menezes

 

Randolfo Serrano Bezerra de Menezes nasceu no dia 4 de dezembro de 1889. Por ter nascido na Serra de Maranguape foi apelidado de Serrano, nome pelo qual era conhecido por todos. Pediu e conseguiu juridicamente incorporar ao seu nome o apelido.

Era filho de Antônio Bezerra (escritor e abolicionista) e de D. Joana Bezerra de Menezes, mulher dedicada e excelente mãe, que cativava as pessoas que a rodeavam com sua simplicidade e meiguice, conquistando assim o apelido carinhoso de “Noca”.

Criou em 1912, em Quixadá, o Instituto Cura D’Ars. Atendendo a solicitação de várias autoridades da zona jaguaribana, transferiu o seu instituto para a cidade de riacho do sangue, hoje denominada Jaguaretama, que funcionou até 1922.

Retornando a Quixadá fundou, juntamente com o seu filho Francisco de Assis Bezerra, o Ginásio Santo Antônio, que funcionou até quando o seu fundador foi acometido de pertinaz enfermidade. Obrigou-se então a vir embora para Fortaleza, indo residir em Antônio Bezerra, antigo Barro Vermelho, cujas terras pertenciam a sua família.

Os seus ex-alunos, alguns ainda vivos, dizem que não sentiram dificuldades na continuação dos seus estudos nos cursos superiores em virtude da sólida base de conhecimentos adquiridos no curso primário, sob a direção do Professor Serrano Bezerra. Exemplo vital de abnegacção e facilidade de transmitir ajudaram muitos deles a formarem-se médicos, advogados, engenheiros ou seguirem outros ramos da atividade humana.
Além de professor, Serrano Bezerra exerceu o cargo de Prefeito de Parangaba, de 1923 a 1929, quando aquele atual distrito de Fortaleza era Vila.

Homem muito dedicado aos livros, falava corretamente o inglês e o francês. Dono de uma simplicidade invulgar, nunca chegou a formar-se, mas a sua vasta cultura colocava-o entre as maiores figuras das letras de nossa terra.

Profundamente religioso, fundou Conferências Vicentinas em Quixadá, Jaguaretama, Parangaba e Antônio Bezerra.
Colaborou com vários jornais de Fortaleza, especialmente no antigo Correio do Ceará, tendo como tema principal de seus escritos a educação e a cultura.

Casou-se em Quixeramobim(1913) com D. Carolina de Castro Bezerra, de cujo consórcio tiveram cinco filhos: Francisco de Assis, casado com Joana Cordeiro Bezerra(Cordeirinha) e Maria, casada com Acióli Bezerra.
Durante os seis anos de enfermidade, nunca deixou de ensinar aqueles que iam a sua casa em busca do saber, ministrando-lhes o Português, a Geografia, a História, as Ciências Naturais, etc.

Faleceu de câncer, em Fortaleza, no dia 21 de setembro de 1959.

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