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Apresentação Jorge Noronha
( O Amigo do Bairro )
87.9 FM

      Todos os dias de 06 às 08:00 da manhã você encontra o verdadeiro Forró com muita curiosidades e informações sobre esse rítmo maravilhoso que envolve os amantes de uma boa música, repleta da essência verdadeira de nosso povo.

Você sabia que:

      "A voz do Sertão que iluminou o Brasil. Já faz mais de uma década que Luiz Gonzaga nos deixou.

      Com uma sanfona de oito baixos e uma voz que transbordava o sertão, Luiz Gonzaga criou uma obra musical única, carregada de poesia e muito ritmo que contagiou o Brasil e o mundo. Nascido em Exu, cidade pernambucana, faria no dia 13 de dezembro, 87 anos, e no último dia 2, dez anos que nos deixou.

      Gonzagão ou Lua, como era carinhosamente chamado, começou sua carreira no final dos anos 30, tocando em praças públicas ao lado de seu amigo português Xavier Pinheiro. Desenvolveu o baião e o espalhou para todo o Brasil, levando para os grandes centros do país, a alegria, a esperança e a força do povo nordestino. Aprendeu a tocar seu instrumento com o pai, Januário, sanfoneiro de primeira que animava os bailinhos da cidade.

      Aos 18 anos veio para o Sul do país. Antes disso, partiu para Fortaleza, onde entrou para o exército.

      Começou logo depois a viajar para vários lugares. Passando por SP, resolveu comprar uma sanfona nova. Acabou indo para o Rio, onde resolveu viver de música, sua maior inspiração. O primeiro emprego foi no Mangue, zona de meretrício, onde haviam botequins com música ao vivo e arrastapés.

      Tangos, valsas e boleros era seu repertório na época.

      "Você toca muito bem seu moço! Mas porque não ataca umas coisinhas lá da nossa terra pra matar a saudade. Deixa o tango pra lá", disse para Luiz Gonzaga, um estudante pernambucano numa noite, depois de ouvi-lo tocar.

      Gonzagão inscreveu-se no programa de calouros de Ary Barroso, em 41, solou sua música "Vira e Mexe", ganhando o primeiro lugar. Logo depois foi contratado pela Rádio Nacional. Foi nesse ano que veio a oportunidade de mostrar seu talento em disco, gravando suas primeiras músicas ou de outros compositores. Foram elas: "Numa Serenata" (Luiz Gonzaga), "Véspera de São João" (Luiz Gonzaga e Francisco Reis), entre outras, que foram gravadas em instrumental. Alguns anos depois, Gonzaga convenceu a gravadora que poderia ser um bom cantor. Nasceram então seus primeiros discos, dois "bolachões" em 78 rpm, que foram gravados num só dia.

      Gonzagão estourou nas paradas de sucesso em 46 com "Baião", dele e Humberto Teixeira, gravado originalmente pelo grupo cearense "Quatro Ases e Um Curinga". Depois disso, sua música correu o mundo, sendo gravada na Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Japão, entre outros, e também por Carmem Miranda.

      Foi com "Forró de Mané Vito" (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), "Forró de Zé do Baile" (Severino Ramos), "Forró de Pedro Chaves" (Luiz Gonzaga) e "Forró de Zé Buchudo" (Severino Ramos e Helena Gonzaga), que Gonzagão exaltou o forró. Apesar do repetido sucesso de "Asa Branca" (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), seu carinho todo especial era para "Triste Partida", de Patativa do Assaré, que descreve a árdua e longa jornada de um nordestino em direção à cidade grande.

      No final dos anos 50 e, mais intensamente na década de 60, a modalidade musical tão ricamente defendida por Gonzagão foi relegada pelos meios de comunicação que se voltaram para a bossa-nova, o rock, o twist, o yê, yê, yê e para todo o movimento da Jovem Guarda. Hoje, graças a garra e talento de Luiz Gonzaga, que juntamente com outros nordestinos, mantiveram sempre acesa essa chama

      trabalhando nos arrastapés, visitando forrós e se apresentando sobre caminhões em praças públicas, a musicalidade nordestina está cada vez mais viva, botando pra sacolejar jovens e velhos de todas as cidades do Brasil. Como bem disse o crítico de MPB, Tarik de Souza: "Luiz Gonzaga deu definitiva cidadania nacional aos ritmos do Sertão".

Fique informado, ouça o programa GIBÃO DE COURO.

Obs.:









Escute o seu canto
Gibão de Couro é uma ave da família: [Hirundinea ferruginea]

 


No Nordeste o Vaqueiro trabalha com o boi, vive em função do boi, veste roupa feita com o couro do boi.

A vestia do vaqueiro, de couro, resiste aos espinhos da caatinga, é a sua couraça, a sua armadura.

O couro, em geral, é curtido por processos primitivos, ficando com uma cor de ferrugem, flexível, macio. Tiram, geralmente, todos os pêlos.

O gibão é o paletó de couro de vaqueta. Enfeitado com pespontos. Fechado com cordões de couro.

O para-peito, como o nome indica, protege o peito. Uma alça que passa pelo pescoço o segura.

A perneira é uma perna de calça que cobre o pé até a virilha. As perneiras ficam presas na cintura. São duas pernas de calças soltas, deixando o corpo livre para cavalgar.

As luvas cobrem as costas das mãos e deixam os dedos livres.
Nos pés as alpergatas simples ou complicadas como as dos cangaceiros.

Às vezes usam botinas, um sapatão fechado.

E na cabeça o chapéu, que protege o vaqueiro do sol e dos golpes. Na sua copa às vezes bebem água ou comem.

O jaleco parece um bolero, feito de couro de carneiro. É usado geralmente e, festas. O jaleco tem duas frentes: uma para o frio da noite, onde conservam a lã e a outra de couro liso para o calor do dia.



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Vendo Terreno
No cruzamento das ruas Pedro Melo com Joaquim Leitão
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falar com Júlia Castro.

Foto do Terreno

Vendo
22 Palmeiras Imperial

7 a 8 metros de altura
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9202-2961

falar com Sr Augusto.

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