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Autor: Valentin Santos
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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL.
Amigos Internautas, vão falar sobre as Unidades de Conservação Ambiental que constituem nossos patrimônios naturais que são formações físicas que têm valor estético cientifico como formações geológicas e fisiológicas, que constituem habitat de espécies animais e vegetais e que tem valor universal cientifico, que hoje se tornam atrativo turísticos. As unidades de conservação se dividem em:
PROTEÇÃO INTEGRAL. Que são os parques, reservas biológicas, estações ecológicas e monumentos naturais, e de uso sustentável, áreas de proteção ambiental (APA), reservas extrativistas, de desenvolvimento sustentável; de fauna, particulares do patrimônio natural, florestas e áreas de relevante interesse ecológico.
Em Fortaleza, há seis unidades de conservação dos mais diferentes tipos e gestão, que pouco oportunizadas pelo turismo. Que são:
APA do Estuário do Rio Ceará.- Criada em 1999, com área de 2.744,89 hectares, entre Fortaleza e Caucaia. Possui ecossistema de grade valor ecológico e turístico.
APA do Rio Pacoti. - Criada em 2000, para proteger o entorno do rio, formada de manguezal, cordão de dunas, mata de tabuleiro e ciliar. Protege, sobretudo, da crescente ocupação e expansão do setor turístico, embora parte dessa área tenha baixa ou nenhuma ocupação, sendo de relevante interesse ecológico, para pesquisa, projetos de educação e zoneamento ambiental de água da Capital. Abrange uma área de 2.914,93 hectares, situada entre Fortaleza, Euzébio e Aquiraz.
Parque Ecológico do Rio Cocó. – Criado em 1989, com 379 hectares, para proteger o ecossistema de mangue, tem funções polivalentes de proteção e educação ambiental, técnico cientifico, e páreas de lazer.
Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio. – Criado em 1977, localizado a 18km do Porto do Mucuripe, numa área de 33 km, a 25 metros de profundidade. É um dos melhores pontos de mergulho de Fortaleza e importante ponto de pesca. Há peixes coloridos e ornamentais, tartarugas marinhas, arraias, tubarões e lagostas. Com importante potencial para o turismo ecológico, além de um verdadeiro laboratório de pesquisas, adequado a passeios ecológicos submarinos ou safares fotográfico.
Parque Ecológico da Lagoa da Maraponga. – Com área de 18 hectares, foi criado em 1991. Tem funções reguladoras do micro-clima, pois ameniza a temperatura, regula as precipitações e controla a unidade do ar. Possui ainda função paisagística e de lazer, sobretudo para as populações de baixa renda, afinal, o espaço verde para lazer e contemplação não é luxo, é necessidade.
Reserva Ecológico Particular da Lagoa da Sapiranga.- Criado em 1997, protege o ecossistema costeiro de 58,76 hectares. Constitui a maior reserva ecológica particular urbana do mundo, mantido pela Fundação Maria Nilvia Alves, preserva o estuário formado por lagoas, rios e mar localizado no território da reserva. A comunidade participa da criação das unidades de conservação, manifestando-se sobre
o assunto. O processo inicia com a Prefeitura em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente que analisam a importante diodiversidade da área para o Município, identificam o potencial e definem a categoria de unidade de conservação. A Prefeitura está articulando um grupo permanente de trabalho para discutir, avaliar e encaminhar a criação de unidade de conservação no Município. Após analise técnica, serão submetidas á sociedade para consulta pública. Portanto amigos internautas, agora vocês já sabem o que são Áreas de Proteção Ambiental (APA).
Um abraço para vocês ate a próxima.
Valentim Santos
é Ambientalista, Historiador e colunista do site do bairro Antônio Bezerra












